quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Provérbios de Salomão 31 Os conselhos que a mãe do rei Lemuel deu a seu filho

 

Provérbios de Salomão 31

Os conselhos que a mãe do rei Lemuel deu a seu filho

 

1 Palavras do rei Lemuel: a profecia que lhe ensinou sua mãe.

2 Como, filho meu? E como, ó filho de meu ventre? E como, ó filho das minhas promessas?

3 Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis.

4 Não é próprio dos reis, Ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.

5 Para que não bebam, e se esqueçam do estatuto, e pervertam o juízo de todos os aflitos.

6 Dai bebida forte aos que perecem, e o vinho aos amargosos de espírito;

7 Para que bebam, e se esqueçam da sua pobreza, e do seu trabalho não se lembres mais.

8 Abre a tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham em desolação.

9 Abre a tua boca; julga retamente, e faze justiça aos pobres e aos necessitados.

10 Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede o de rubins.

11 O coração de seu marido está nela confiado, e a ela nenhuma fazenda faltará.

12 Ela lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida.

13 Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com as suas mãos.

14 É como o navio mercante: de longe traz o seu pão.

15 Ainda de noite se levanta, e dá mantimento à sua casa, e a tarefa às servas.

16 Examina uma herdade, e adquire-a: planta uma vinha com o fruto de suas mãos.

17 Cinge os seus lombos de força e fortalece os seus braços.

18 Prova e vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite.

19 Estende as suas mãos ao fuso, e as palmas das suas mãos pegam na roca.

20 Abre a sua mão ao aflito; e ao necessitado estende as suas mãos.

21 Não temerá, por causa da neve, porque toda a sua casa anda forrada de roupa dobrada.

22 Faz para si tapeçaria; de linho fino e de púrpura é o seu vestido.

23 Conhece-se o seu marido nas portas, quando se assenta com os anciãos da terra.

24 Faz panos de linho fino, e vende-os e dá cinta aos mercadores.

25 A força e a glória são os seus vestidos, e ri-se do dia futuro.

26 Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua.

27 Olha pelo governo de sua casa, e não come o pão da preguiça.

28 Levantam-se seus filhos, e chamam-na bem-aventurada, como também seu marido, que a louva, dizendo:

29 Muitas filhas obraram virtuosamente; mas tu a todas és superior.

30 Enganosa é a graça e vaidade a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada.

31 Dai-lhe do fruto das suas mãos, e louvem-na nas portas as suas obras.

 

 

 

 

 

 

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